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FASHION LOVERS (By Myhara Von Dezze)


COOL HUNTER

Em primeiro lugar gostaria de me desculpar... Porque nesse post eu resolvi colocar tudo que eu achei sobre essa nova profissão.

Então fiz coleta em vários sites e blog’s. Não foi por preguiça de escrever, foi porque em vias de fato não se encontra muito conteúdo técnico sobre o assunto.

Então, o que me restou foi “pegar emprestadas” as informações que encontrei e reuni-las aqui.

Espero que gostem amadas....

 

Profissão: Cool Hunter

O pai da história

Carl Rodhe

Para Revista Época

 

Pioneiro no estudo de tendências, Carl Rohde fala de onde elas vêm.

ÉPOCA - Como surgem as tendências?

Carl Rohde - Todo ser humano tem vontade de se distinguir. E essa distinção se dá através dos capitais econômico, social e cultural. O econômico é quanto dinheiro eu tenho. O social é quantas pessoas eu conheço e se elas são influentes. Já o cultural é quanto conhecimento eu acumulei. Para conseguir se distinguir, você precisa investir em um desses capitais. A pessoa precisa agregar um novo código de comportamento ao grupo, além daqueles que aquela turma já fornece. E isso pode virar tendência.

ÉPOCA - Por que as pessoas seguem tendências?

Rohde - As pessoas querem ser diferentes dentro do próprio grupo, mas precisam se identificar com ele também. O anseio de pertencimento e a necessidade de ser diferente são as duas aspirações sociais mais motivadoras. Isso é assim desde sempre. Na Renascença, os reis e as rainhas queriam se distinguir aos olhos do grupo social da nobreza. Só que naquela época só havia três classes: nobres, clero e servos. Hoje, a multiplicidade de grupos é enorme. Por isso, é preciso estudar para entender os códigos de cada um.

ÉPOCA - Como se sabe quando uma tendência estará em alta?
Rohde
- A previsão que nós fazemos não é algo místico. Você nunca tem certeza absoluta. Mas podem-se fazer estudos. Para isso os caçadores de tendência são fundamentais. Eles dão um panorama do que é atrativo e do que está por vir no grupo de cada um deles.

Site: http://www.scienceofthetime.com/

Nesse video é possivél entender um pouco mais sobre Cool Hunter...

Uol Mais

http://mais.uol.com.br/view/lq80j8e92bw6/cool-hunter-04024D183572D4990326?types=A&

 



Escrito por My às 13h54
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Cool Hunter (continuação)

Alguns exemplos da Science of the Time

Uma consultora de tendências e uma agência de meios terrorista são os novos projectos de Luís RasquilhaNo fim de 2008 Luís Rasquilha deixou as actividades em que estava envolvido: a direcção geral da Etic e a direcção de marketing da Multipublicações, ficando como assessor da administração. Tudo para se concentrar no lançamento de dois novos negócios: uma consultora de tendências e uma agência de media terrorista, ao mesmo tempo que continua a dar aulas no INP.
Com um grupo de seis sócios, que prefere não identificar, o consultor está a montar a Ayr, a Science of the Time Consulting, onde Luís Rasquilha detém uma quota de 25 por cento. O projecto conta com o suporte da Science of the Time. Esta rede de tendências tem origem em Carl Rohde, professor universitário especializado em Sociologia do Consumo. “É a maior network do mundo em pesquisa de tendências”, sustenta Luís Rasquilha, justificando com os 500 colaboradores que reportam à sede as tendências que se estão a manifestar nas suas cidades e que depois são cruzadas com estudos académicos. No portfólio de clientes estão marcas como a Coca-Cola, Unilever, Microsoft ou Levi’s, empresas para quem a Science of Time faz trend research “não de produtos, mas de mentalidades”.
A ligação à Science of Time nasceu em Maio do ano passado quando Carl Rohde convidou Rasquilha para ser o cool hunter para Portugal. “Em Outubro, lancei a ideia de trazer e sedear uma parte física da Science of Time em Lisboa. Temos uma rede mundial de trend hunters, mas falta às empresas um suporte para perceber para que servem as tendências.” O acordo com a consultora holandesa implicou Lisboa poder desenvolver negócio em África, na Europa de Leste, excepto Rússia, e na América Latina. É por isso que a Ayr nasce com uma ambição internacional: “Temos dois projectos consolidados, um para o Leste, outro para a América do Sul. A perspectiva é de Lisboa para o mundo. Mas o primeiro impacto será com as marcas nacionais”. Os clientes das áreas do grande consumo, bebidas e serviços são encarados como os alvos preferenciais. “Não somos uma agência de publicidade, de design, de estudos de mercado ou uma consultora de gestão. Somos laterais a isto tudo, mas podemos ajudar estas empresas.”
A Ayr irá actuar no research, podendo identificar produtos ou serviços que estão hoje a manifestar-se de forma incipiente no subconsciente dos consumidores, na consultoria, propondo novos modelos de negócios, novas marcas ou novos produtos e no training. A apresentação oficial da consultora vai decorrer no próximo mês e contará com a presença do fundador Carl Rohde. Aí serão divulgados os estudos Recessão Saudável, sobre as tendências que estão a emergir e que poderão ser o futuro de muitos negócios, e o Lisbon Cool City Hunts. Lisboa é uma cidade que dita tendências globais? Luís Rasquilha acredita que sim e, sem levantar o véu sobre os resultados finais, aponta para um caso. “No Bairro Alto, por exemplo, há um talho que deu origem a uma loja de ténis. Aqui assistimos ao emergir de lojas que mantêm uma traça tradicional, mas que têm um negócio totalmente diferente.”
Com o research em torno das tendências, a Ayr poderá, por exemplo, ajudar os clientes a construir uma loja completamente diferente ou a criar um conceito inovador de hotel. “Temos dois anos para pôr este processo de pé, sendo que vai levar tempo a tangibilizar a nossa mais-valia.” Como sublinha o responsável, “uma consultora de topo cobra mil a 1500 euros/hora, nós podemos andar entre os 200 e 300 euros”. Mesmo assim, a expectativa de facturação está nos 150 a 200 mil euros em 2009 e tem como objectivo um milhão no prazo de três a quatro anos.

Projecto United Media
O plano não fica por aqui. “Se queremos ser uma consultora transversal e queremos ir para o terreno, faz sentido ter uma ferramenta para que as marcas ganhem visibilidade. A United Media surge como braço de apoio, que se posiciona como agência de media terrorista. Não vamos estar a fazer a página simples ou o anúncio de rádio”.
O responsável pelo projecto explica o âmbito do negócio: “O tradicional é fazer segmentação pela Marktest, mas temos de encontrar outras formas de chegar ao consumidor. Pode ser Messenger, capas de telemóveis ou Hi5. Luís Rasquilha não hesita em criticar o funcionamento das agências de meios: “Estão formatadas para os meios tradicionais. Algumas começam a dar passos no online, mas o grosso, e porque é um negócio mais financeiro do que estratégico, é quem compra mais e quem tem mais descontos. Mas aí estamos a ver o negócio da forma errada. Temos de ver o que os consumidores querem ver ou ler”. Esta unidade, que conta com quatro sócios, integrava a Media Connect e foi agora autonomizada. A compra de espaço será feita através da Media Connect. “Há muitas empresas de marketing de guerrilha ou alternativa, mas a media terrorista é para ir para além do tradicional. O cliente não terá o plano de meios tradicional.” Para a United Media, não há, por enquanto, expectativas de facturação.

 

Como se comporta um Cool Hunter

Caçar tendências. Detectar o que as pessoas vão querer antes de todo mundo imaginar. Essa é a premissa básica para ser um cool hunter. Para isso, é preciso informação (não muita, mas a informação certa), pesquisa, e um certo dom para adivinhação.

Antigamente as empresas recorriam às agências de publicidade e marketing para essa função. Mas como hoje em dia tudo está cada vez mais especializado, foi preciso um profissional designado só para essa função.

E que função é essa? Ir às ruas, bares, clubs, se infiltrar no lifestyle dos jovens e intuir se um produto que uma grande empresa irá lançar dará certo. Tem como função também, informar às empresas como despertar o desejo daquele público e que tipo de estratégia de marketing vai “pegar” o mercado de vez. A Apple, por exemplo, antes de lançar um produto, manda amostras para blogueiros influentes para testar seus produtos. O marketing está mudando...

Enfim, ele tem que saber se um produto será atraente daqui a 1,2,5 anos, com base em pesquisas e sabendo de todas as novas tecnologias e manias que surgirão no mercado. Um cool hunter tem que sempre estar à frente de seu tempo.

É uma profissão nova, no Brasil se tem notícia de alguns poucos profissionais em Porto Alegre em São Paulo. Ainda não se tem quase nada publicado na mídia, por ser um assunto tão novo. Na Europa já existem agências, profissionais e cursos para isso.

“O cool hunter é, acima de tudo, uma pessoa bem informada, atenta, curiosa e sensível, capaz de raciocinar de forma não linear e com base em informações desestruturadas. Recomendo a leitura do livro Reconhecimento de Padrões (Willian Gibson), cuja protagonista, Cayce Pollard, exerce essa nobre profissão.” diz Flávio Ferrari, diretor exexutivo do IBOPE.



Escrito por My às 13h27
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Cool Hunter (continuação)

Objetivo dos cursos disponíveis no mercado

O curso tem como objetivo principal desenvolver o espírito de observação e percepção aplicado à analise do Coolhunting e apresentar a metodologia de trabalho para a pesquisa e análise de tendências transmitindo uma visão bastante ampla do assunto e do contexto mercadológico onde as mesmas se aplicam.

Áreas de estudo

Alguns tópicos abordados:
• Tendências: definições e contextos
• Processo de difusão de uma tendência
• Métodos de pesquisa
• Aspectos sociológicos e antropológicos aplicados ao cool hunting
• Análise e interpretação das tendências
• Workshop de semiótica aplicada às tendências
• Workshop de desenvolvimento de novos produtos e comunicação
• Safaris urbanos

O que se aprende lá fora

A primeira idéia interessante e a mais importante é a de que, hoje, os 4P´s do marketing tradicional se transformaram em people, place, plan and projects, sendo assim, estes devem ser os pontos de partida para qualquer análise.

People – pessoas

Place – locais

Plan – idéias

Projects – mecanismo social e iniciativas do setor público

Falar de Cool Hunting virou moda: nós imediatamente ligamos a uma atividade desenvolvida por uma pessoa que viaja o mundo todo, ao emprego dos sonhos, aos Jet Setters. No entanto, não é exatamente dessa maneira que funciona o trabalho sério de um Cool Hunter. Trata-se, na verdade, de uma atividade a qual faz parte de um complexo projeto de pesquisa multidisciplinar combinando semiologia, antropologia, etnografia e pesquisa de observação.

O Cool Hunter que trabalha para o Future Concept Lab, por exemplo, é uma pessoa que mora no local de observação, trabalha no mesmo lugar, é estável, ou seja, alguém que consegue captar o “Genius Loci” da cidade em que vive. “Genius Loci”  é uma expressão que deriva do latim  e representa o “espírito” que existe em cada lugar, ou seja, a dinâmica da cidade, sua energia, o comportamento das pessoas, o dia-a-dia, etc.

O blogueiro do gênero mais conhecido no mundo:

É Scott Schumann quem faz o The Sartorialist, um blog que se propõe a exibir fotos do estilo de anônimos (ou não) pelas ruas das cidades de Nova York, Paris e Milão e, sempre que convidado, ele acompanha eventos de moda mundo afora.

Scott é publicitário e sempre trabalhou com moda, daí o gosto e o interesse por registrar o estilo alheio. O hobby deu tão certo que o blog virou febre entre os fashionistas e o norte-americano já foi convidado para escrever para as revistas W e Vogue, e em breve vai publicar um livro.

 

Ele esteve no Brasil (RJ) em 2008, A entrevista com ele está no site da Glória Kalil:

Site: http://chic.ig.com.br/materias/502501-503000/502739/502739_1.html

 

OBS: Mas eu adiantei por aqui. Como eu disse coloquei toda referência de Cool Hunter que encontrei

 

 

Scott 'The Sartorialist' Schumann exclusivo para o Chic

07.11.2008

 

 

Scott Schumann, o criador do The Sartorialist, o blog de moda de rua mais famoso da internet, está pra lá e pra cá, pelo Forte de Copacabana, de bermuda e camiseta, a bordo de sua supercâmera. O "a bordo" é proposital: é que ele é baixinho, loirinho, troncudinho. Porém, sua personalidade pode ser descrita no superlativo: simpaticíssimo, espertíssimo e queridíssimo. O Chic falou com o fotógrafo antes do desfile de Adriana Degreas.


E então, está gostando do Rio?
Estou amando. As mulheres e os homens são lindos. O que mais gostei, até agora, foi ver a quantidade de gente cuidando do corpo, na praia, na calçada. Sinto algo que nunca presenciei em outro lugar: mais do que preocupado, o brasileiro é comprometido com a beleza.

Em relação à moda, o que tem achado?
Ainda estou formando uma opinião. Até agora, não encontrei um tipo de mulher que é comum no Lower East Side, em Nova York, por exemplo. É uma garota de classe média que se veste de um jeito interessante. Por aqui, só vi dois tipos: a muito rica e a muito pobre.

Mas isso não é porque você só circulou pelo Rio Summer e por Ipanema, que reúnem pessoas de classes mais altas?
Pode ser, por isso disse que estou formando uma opinião. Um termômetro, para mim, são as lojas. Quando chego a um lugar, pergunto: "que lojas são legais aqui?". Dependendo da resposta, concluo o que está me parecendo aqui: gente bem vestida, extremamente sexy, e poucas opções de roupas espertas para quem não pode gastar tanto. Em Moscou, onde estive recentemente, é assim.

Você viaja muito por causa do blog, certo? Onde já esteve neste ano?
Estou no Rio, estive em Moscou. Também fui para Índia, Paris, Milão, Londres, Estocolmo, Hières (França). É disso que me lembro, por enquanto.

Quantos cartões de memória você carrega?
Quatro cartões de 4 gigas cada. Nem sempre carrego a câmera comigo, pois o que não posso ter é, justamente, a pressão sobre a quantidade de fotos. Meu objetivo é qualidade, é daí que vem a minha audiência.

Como você escolhe os fotografados?
Penso mais em moda como expressão da personalidade. O que me interessa, muitas vezes, é a linguagem corporal, o modo de carregar a roupa, o aspecto psicológico da moda. É por isso mesmo que raramente publico o nome das pessoas, pois é a inspiração abstrata que elas oferecem, e não quem elas são, o objeto do clique.

Acontece de você ficar amigo do fotografado?
Sim. Acabei ficando conhecido do Hamish Bowles [jornalista da Vogue America] dessa forma, por exemplo.

Você pensa em publicar um livro?
Estou prestes a assinar contrato para a publicação de um livro de fotos e pequenas histórias sobre como a imagem foi conseguida. Deve se chamar The Sartorialist, como o blog.

O que você está vestindo hoje?
All Star, calça cáqui J.Crew, camiseta pólo Boggi, comprada em Milão; paletó de algodão azul-marinho Engeneered Gardens, uma marca americana, e calcinha fio-dental.

Sério!?
Não. Mas dava uma boa história, não dava?

 

Site: http://www.thesartorialist.blogspot.com/

 

By Myhara

E informaões recolhidas de blog's e sites (Obrigada)

 



Escrito por My às 13h24
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